Esse sangue que percorre as tuas veias...
Alma crua inebriante, ilusão mortífera que me algema à tua essência...
Ultrapassa-me a razão num ímpeto voraz de maldição humana...
O descontrolo grotesco avança por entre o oxigénio que consomes,
Enlevado pelo capricho instintivo dessa condição humana que te aprisiona.
Liberta-te da luta interior que travas com o vazio de ti que confundes como sendo o vazio do mundo,
Cessa essa tua procura infrutífera da desculpa do inconsciente...
És um humano que cai nas armadilhas do inconsciente...fraqueza talvez...
Prazerosos caminhos conduzem-nos a tortuosos julgamentos auto-infligidos.
A liberdade transcendente que tanto proclamas nunca será verdadeiramente de ninguém,
Só o inatingível nos impele para o pensamento impulsivo...
Mas a indiferença cresce em nós de dia para dia,
Na desvalorização permanente do significado que tem a condição humana.
30 abril 2009
28 abril 2009
Lua
Noite escura tranquila...
Deslizando no horizonte...
Lua branca luminosa...
Aroma tranquilo emanando força, paz e serenidade...
Quantos segredos escondes oh Lua Branca?!
Quanto de ti é verdade?
Deixa-me descobrir-te...
Deixa-me sentir-te...
Essa força que me conforta,
Essa luz que me acalma...
Basta essa presença imponente,
O vazio toma o seu rumo e essa força preenche-me...
Deslizando no horizonte...
Lua branca luminosa...
Aroma tranquilo emanando força, paz e serenidade...
Quantos segredos escondes oh Lua Branca?!
Quanto de ti é verdade?
Deixa-me descobrir-te...
Deixa-me sentir-te...
Essa força que me conforta,
Essa luz que me acalma...
Basta essa presença imponente,
O vazio toma o seu rumo e essa força preenche-me...
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