Sentir-me sem sentir,
Sentir-me presa e distante...
O extremo é sempre o caminho mais fácil de percorrer...
Fechar as minhas portas ao mundo,
Esperar que fique tudo bem,
Esperar...Esperar...Esperar...
Mas a cascata não cessa de jorrar água energicamente,
Fico atordoada e penso ainda mais...
O tempo não gela como gelam as minhas emoções em contacto com o mundo,
Olho e não vejo ninguém.
Encurralada...prisioneira...refém do extremo
Quando acordo sinto sempre o negrume ácido que carrego em mim...
Sinto-me oca, vazia de mim.
Espero... Espero... Espero...
Quero tanto de mim e o que tenho é uma mão cheia de nada e uma cabeça cheia de mim mesma.
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