Matam-me os dias vazios de ti...
Doce obsessão que me destrói lentamente em lume brando...
Bate levemente a saudade do sentimento vivo que me abrigava da tempestade lá fora.
E tudo era inebriante, fantástico, fascinante...
O conhecimento de mim que me permitiste...
E tudo foi um instante levado pelo tempo, transformado em pó...
Gravado a ferros quentes nesta alma gélida e vazia.
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