Em carne viva
Tormento diário
Sentimento solitário
Vazio, vago
Interior escuro que sangra
Sangra a dor interior
Dias e dias a fio
Ferida aberta que não cura
Madrugadas de loucura
A sós com o meu pensamento que me tortura
Fecho os olhos e respiro
Olho para dentro de mim
Vejo um escuro muito denso
Que me corta o ar
Asfixiada em mim, tento acordar
Mudar, sorrir, ser capaz de me encontrar
Esta luta interior deixa-me exausta e volto para o refúgio do meu pensamento
E tudo recomeça outra vez...
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