Sinto os dias deslizando como folhas de Outono sopradas pelo vento...
Distantes...sem brilho...baços e vazios, refugiados na neblina que os esconde das manhãs...
A mente divaga em jeito sublime, quase imperceptível...
Na busca de um sentido que teima em não aparecer.
A angústia desgasta este interior como uma lixa num vaivém que consome esta alma inquieta, este corpo que não me pertence...
E bastava um segundo de paz,
Um segundo para me encontrar nas palavras...
Um segundo para me encontrarem na mais pura nudez de espírito...
Bastava um segundo que justificasse o meu nada que é tudo,
Que só a mim pertence.
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